OCUPAÇÃO DE IMÓVEIS ABANDONADOS EM SÃO PAULO

MANIFESTAÇÃO NA PORTA DO CDHU

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=OBgMYxwzMuE

Famílias de trabalhadores sem teto ocuparam imóveis abandonados, no centro e em algumas regiões da capital paulista, desde as primeiras horas da madrugada desta segunda-feira, 7 de novembro.

PRÉDIOS OCUPADOS: Rua Cons Nébias; Rua Vitória;Av. Ipiranga; Três ocupações na Av. SJoão ; Duas ocupações  Av. Rio Branco/Paissandu. Belém e R do Carmo.

Não queremos, não podemos e não devemos continuar sofrendo com a falta de moradia.

Vamos iniciar já nesses imóveis e terrenos abandonados um amplo Projeto Habitacional para famílias de baixa renda.  Solicitamos a Secretaria Municipal de Habitação – SEHAB, Companhia Metropolitana de Habitação – COHAB, Secretaria Estadual de Habitação e CDHU início de uma Política Habitacional para o Centro, que já no orçamento de 2012 os seguintes atendimentos:

  1. Cumprimento da Resolução do CMH nº 34/2008, que refere ao reembolso da SIURB referente ao valor do Edifício São Vito (na época era de aproximadamente R$ 8 milhões) para assim viabilizar habitação social, atendendo aos movimentos de moradia do centro;
  2. 5.000 Unidades habitacionais para o atendimento no Programa de Locação Social;
Av. Rio Branco

2.000 atendimentos no Programa Carta de Crédito Municipal;

  1. 5.000 Atendimentos no Programa Bolsa Aluguel para situações emergências até o atendimento definitivo;
  2. As famílias que receberam Bolsa Aluguel passem a ser atendidas com moradia definitiva através da carta de crédito da CDHU;
  3. Atendimento da demanda dos movimentos de moradia que atuam efetivamente no centro nos 53 prédios que estão sendo desapropriados pela Prefeitura;
  4. Atendimento da demanda dos movimentos de moradia que atuam efetivamente na área central há anos no empreendimento habitacional na área da SPU – Secretaria do Patrimônio da União/Pari (Feira da Madrugada), de acordo com o governo federal;
  5. Atendimento das famílias do Edifício São Vito e Mercúrio que ficaram sem atendimentos;
  6. Empreendimentos de HIS nos terrenos Belém e Bresser XIV e XV.

CONTATOS

FRENTE DE LUTA DE LUTA POR MORADIA

8302.8197/ 9516.0547 – Osmar

MMRC – Movimento de Moradia da Região Centro

6512.0730/8644.4371 – Nelson

ULC – Unificação das Lutas de Cortiços

6158.2604/6698.5331/6110.6289 – Sidnei e Cida

MSTC – Movimento Sem Teto do Centro

6120.1503/8915.5867/9680.7409 – Neti ou Carmen

CMP – Central de Movimentos Populares

7223.8171 – Raimundo Bonfim

ASTC – Associação Sem Teto do Centro

8510.3996/6264.4371/ Adriano

MMC – Movimento de Moradia do Centro

5747.8042/9140.7533/8419.3302 – Gegê ou Miriam

MSTN – Movimento Sem Teto Norte

8880.9022/6200.0710/– Elizangela

MLV – Movimento Luta e Vencer

8893.7885 – Geni

MMTNG – Movimento Moradia Terra de Nossa Gente

7193.7127/9872.6682 – Maria ou Heluiza

MSTRU – Movimento Sem Teto pela Reforma Urbana

8272.5648/9715.5798 – Antonia/Luiz

MMJI – Movimento de Moradia Jardim Ipanema

7518.1992 – Eliete

FOMMAESP – Fórum de Moradia e Meio Ambiente do Estado de São Paulo

7185.5874/6620.6470 – Felicia

REIVINDICAÇÕES  ESPECÍFICAS DE CADA MOVIMENTO:

ULC – Unificação das Lutas dos Cortiços

  1. Cumprimento de aporte de recursos para o empreendimento localizado na Rua Maria Domitília (edifício do INSS) convênio assinado desde 2007;
  2. Garantia do atendimento das 53 famílias da Vila Monumento (Minha Casa Minha Vida), acordado desde 2008;
  3. Garantir a viabilização do atendimento dos imóveis indicados pelo movimento para desapropriação e produção de habitação de interesse social: Rua dos Franceses 230 e Rua Conselheiro Carrão 379, ambos no bairro da Bela Vista;
  4. Cota de atendimento do Parceria Social.

MSTC – Movimento dos Sem Teto do Centro

  1. Viabilização do Edifício Prestes Maia;
  2. Viabilização Edifício da Rua Mauá 340;
  3. Atendimento da demanda da Avenida Nove de Julho (Edifício do INSS);
  4. Viabilização dos imóveis indicados para desapropriação e produção de habitação de interesse social;
  5. Cota de atendimento do Parceria Social.

MMC – Movimento de Moradia do Centro

  1. Retomada do projeto paralisado da Rua do Carmo (atendimento da demanda);
  2. Atendimento remanescente do Empreendimento da Rua Riachuelo;
  3. Viabilização dos prédios indicados pelo MMC para a Secretaria de Habitação;
  4. Cota de atendimento do Parceria Social;
  5. Atendimento às famílias da ocupação da Rua Japurá que não foram atendidas.MMRC – Movimento de Moradia da Região Centro
  6. Demanda de 60 famílias pendentes de atendimento do despejo do Edifício Plínio Ramos ocorrido em 2005.
  7. Cota de atendimento do Parceria Social.

Associação Conde de São Joaquim

  1. Retomar o diálogo sobre o prédio reformado da Rua Conde de São Joaquim –  que a demanda foi usada para atendimento das famílias moradoras da Vila Itororó (deixando a Associação da Conde de SãoJoaquim sem atendimento);
  2. Retomar a discussão de atendimento da Parceria Social das famílias despejadas da favela da Rua Vergueiro, cortiço da Brigadeiro Luiz Antonio e cortiço da Galvão Bueno que não foram atendidas;
  3. Viabilizar empreendimento habitacional no terreno do IPESP na Rua Vergueiro;
  4. Retomar a discussão de atendimento do Parceria Social das famílias moradoras dos galpões da Rua Conde de São Joaquim 140, 162 e 174.
  5. Cota de atendimento do Parceria Social.

ASTC – Associação dos Sem Teto do Centro

  1. Demanda a ser atendida do Largo Redentor e Rua Oiapoque;
  2. Cota de atendimento do Parceria Social.

GARMIC – Grupo de Articulação por Moradia para Idoso da Capital

  1. Construção de Vila de Idosos em cada Subprefeitura;
  2. Atendimento dos idosos no Programa Parceria Social.

FOMMAESP

  1. Inicio imediato dos empreendimentos para as famílias do acampamento Olga Benário, localizado na zona sul de São Paulo , Parque do  Engenho.
  2. Cuprimento  dos  contratos com as assessorias técnicas.
  3. Divulgação   do edital  de habilitação das entidades , para  novos projetos  habitacionais .

MSTN/MLV

  1. Destinação de terreno de propriedade da CPTM para o programa MCMV, localizado nas imediações da Estação Vila Clarice Zona Oeste de São Paulo

MSTRU/TNG/ MMJI

  1. Atendimento habitacional das 840 famílias removidas do Acampamento Alto Alegre na Zona Leste de São     Paulo,
  2. Atendimento das 240 famílias cadastradas na Câmara Municipal e 37 famílias removidas pela Subprefeitura em Vila Iolanda;
  3. Atendimento habitacional para 82 famílias da ocupação São 588
  4. Desapropriação de galpão localizado na Rua Borges Figueiredo 1358 para atendimento habitacional de famílias moradoras de cortiço.
  5. Destinação de terreno  da CEAGESP entre as ruas Capitão Maior e rua do Bosque para o programa Minha Casa Minha Vida.

CARTA ABERTA

EXCELENCIAS:

Prefeito: Gilberto Kassab

Senhor Secretário de Habitação Municipal: Ricardo Pereira Leite

Governador Geraldo Alckmin

Secretário de Habitação do Estado: Silvio Torres

Presidente CDHU: Mario Amaral

Não Podemos Esperar!

Somos trabalhadores sem teto. Realizamos os principais serviços para o bom funcionamento desta cidade. Entretanto nossas famílias estão espremidas por um conjunto de necessidades. Lutamos e trabalhamos muito para sobreviver, mas a cidade, regida pelas leis do mercado, especialmente imobiliário, impede que nossa renda assegure nossos direitos. Sabemos que a situação de nossas famílias decorre de situação de injustiça histórica. Sabemos também, que nas circunstâncias atuais, nosso sofrimento não tem razão de continuar.

Por isso, nos organizamos e ocupamos esses imóveis abandonados, sem função social respaldados por nossas Leis, que assegure nosso direito à moradia e por meio de nosso direito de agir.

Fala-se em projetos habitacionais em 53 prédios no centro, outros em tal lugar, mais não sabemos onde. O que sabemos é que nada se desenvolve nada está chegando até nossas famílias.

Por essas razões estamos aqui, ocupando os imóveis abaixo relacionados. Exercendo nosso direito, conferido por nossas Leis: A liberdade de organização e expressão para fins lícitos: O Direito a Moradia.

Não queremos, não podemos e não devemos continuar sofrendo por ausência de nosso Direito à Moradia.

Vamos iniciar já nesses imóveis e terrenos abandonados um amplo Projeto Habitacional para famílias de baixa renda:

Os Movimentos de Moradia abaixo relacionados solicitam a Secretaria Municipal de Habitação – SEHAB, Companhia Metropolitana de Habitação – COHAB, Secretaria Estadual de Habitação e CDHU início de uma Política Habitacional para o Centro, que já no orçamento de 2012 os seguintes atendimentos:

  1. Cumprimento da Resolução do CMH nº 34/2008, que refere ao reembolso da SIURB referente ao valor do Edifício São Vito (na época era de aproximadamente R$ 8 milhões) para assim viabilizar habitação social, atendendo aos movimentos de moradia do centro;
  2. 5.000 Unidades habitacionais para o atendimento no Programa de Locação Social;

2.000 atendimentos no Programa Carta de Crédito Municipal;

  1. 5.000 Atendimentos no Programa Bolsa Aluguel para situações emergências até o atendimento definitivo;
  2. As famílias que receberam Bolsa Aluguel passem a ser atendidas com moradia definitiva através da carta de crédito da CDHU;
  3. Atendimento da demanda dos movimentos de moradia que atuam efetivamente no centro nos 53 prédios que estão sendo desapropriados pela Prefeitura;
  4. Atendimento da demanda dos movimentos de moradia que atuam efetivamente na área central há anos no empreendimento habitacional na área da SPU – Secretaria do Patrimônio da União/Pari (Feira da Madrugada), de acordo com o governo federal;
  5. Atendimento das famílias do Edifício São Vito e Mercúrio que ficaram sem atendimentos;
  6. Empreendimentos de HIS nos terrenos Belém e Bresser XIV e XV.

SEGUEM AS  REIVINDICAÇÕES  ESPECIFICAS DE CADA MOVIMENTO:

ULC – Unificação das Lutas dos Cortiços

  1. Cumprimento de aporte de recursos para o empreendimento localizado na Rua Maria Domitília (edifício do INSS) convênio assinado desde 2007;
  2. Garantia do atendimento das 53 famílias da Vila Monumento (Minha Casa Minha Vida), acordado desde 2008;
  3. Garantir a viabilização do atendimento dos imóveis indicados pelo movimento para desapropriação e produção de habitação de interesse social: Rua dos Franceses 230 e Rua Conselheiro Carrão 379, ambos no bairro da Bela Vista;
  4. Cota de atendimento do Parceria Social.

MSTC – Movimento dos Sem Teto do Centro

  1. Viabilização do Edifício Prestes Maia;
  2. Viabilização Edifício da Rua Mauá 340;
  3. Atendimento da demanda da Avenida Nove de Julho (Edifício do INSS);
  4. Viabilização dos imóveis indicados para desapropriação e produção de habitação de interesse social;
  5. Cota de atendimento do Parceria Social.

MMC – Movimento de Moradia do Centro

  1. Retomada do projeto paralisado da Rua do Carmo (atendimento da demanda);
  2. Atendimento remanescente do Empreendimento da Rua Riachuelo;
  3. Viabilização dos prédios indicados pelo MMC para a Secretaria de Habitação;
  4. Cota de atendimento do Parceria Social;
  5. Atendimento às famílias da ocupação da Rua Japurá que não foram atendidas.MMRC – Movimento de Moradia da Região Centro
  6. Demanda de 60 famílias pendentes de atendimento do despejo do Edifício Plínio Ramos ocorrido em 2005.
  7. Cota de atendimento do Parceria Social.

Associação Conde de São Joaquim

  1. Retomar o diálogo sobre o prédio reformado da Rua Conde de São Joaquim –  que a demanda foi usada para atendimento das famílias moradoras da Vila Itororó (deixando a Associação da Conde de SãoJoaquim sem atendimento);
  2. Retomar a discussão de atendimento da Parceria Social das famílias despejadas da favela da Rua Vergueiro, cortiço da Brigadeiro Luiz Antonio e cortiço da Galvão Bueno que não foram atendidas;
  3. Viabilizar empreendimento habitacional no terreno do IPESP na Rua Vergueiro;
  4. Retomar a discussão de atendimento do Parceria Social das famílias moradoras dos galpões da Rua Conde de São Joaquim 140, 162 e 174.
  5. Cota de atendimento do Parceria Social.

ASTC – Associação dos Sem Teto do Centro

  1. Demanda a ser atendida do Largo Redentor e Rua Oiapoque;
  2. Cota de atendimento do Parceria Social.

GARMIC – Grupo de Articulação por Moradia para Idoso da Capital

  1. Construção de Vila de Idosos em cada Subprefeitura;
  2. Atendimento dos idosos no Programa Parceria Social.

FOMMAESP

  1. Inicio imediato dos empreendimentos para as famílias do acampamento Olga Benário, localizado na zona sul de São Paulo , Parque do  Engenho.
  2. Cuprimento  dos  contratos com as assessorias técnicas.
  3. Divilgação   do edital  de habilitação das entidades , para  novos projetos  habitacionais .

MSTN/MLV

  1. Destinação de terreno de propriedade da CPTM para o programa MCMV, localizado nas imediações da Estação Vila Clarice Zona Oeste de São Paulo

MSTRU/TNG/ MMJI

  1. Atendimento habitacional das 840 famílias removidas do Acampamento Alto Alegre na Zona Leste de São     Paulo,
  2. Atendimento das 240 famílias cadastradas na Câmara Municipal e 37 famílias removidas pela Subprefeitura em Vila Iolanda;
  3. Atendimento habitacional para 82 famílias da ocupação São 588
  4. Desapropriação de galpão localizado na Rua Borges Figueiredo 1358 para atendimento habitacional de famílias moradoras de cortiço.
  5. Destinação de terreno  da CEAGESP entre as ruas Capitão Maior e rua do Bosque para o programa Minha Casa Minha Vida.

Por fim: Ninguém deve temer a democracia, queremos aprofundar a democracia com os três entes federados para atender o mais breve possível as famílias organizadas nos movimentos que assim este documento:

MSTC – Movimento dos Sem Teto do Centro – 6120.1503(Neti)9680.7409(Carmem)

ULC – Unificação das Lutas dos Cortiços – 6158.2604/6698.5331(Sidnei)

MMC – Movimento de Moradia do Centro -5747.8042/ 8419.3302(Miriam/Gegê)

MMRC – Movimento de Moradia da Região Centro 6512.0730/8644.4219 (Nelson)

Associação Conde de São Joaquim – 6857.3488

ASTC – Associação dos Sem Teto do Centro – 8510.3996/6264.4371(Adriano)

GARMIC – Grupo de Articulação por Moradia para Idoso da Capital

MMTNG – Movimento de Moradia Terra de Nossa Gente – 7193.7127/9872.6682(Helô, Maria)

MSTRU – Movimento Sem Teto pela Reforma Urbana – 9715.5798 – (Luiz)

MSTN – Movimento Sem Teto Norte -8880.9022/88937885 (Elizangela/Geni)

MLV – Movimento Lutar e Vencer

Apoio:

Frente de Luta por Moradia – 9516.0547/8302.8197 (Osmar )

União dos Movimentos de Moradia – 3667.2309/6158.2604(Sidney)

CMP – Central de Movimentos Populares – 7223.8171(Raimundo)

Sem-teto fazem maior ocupação de SP

Integrantes de 13 movimentos invadem 11 prédios no centro e na zona leste; eles reivindicam unidades para locação e reforma de edifícios

Do jornal  – O Estado de S.Paulo

Onze prédios abandonados – dez no centro e um no Belém, zona leste – foram ocupados na madrugada de ontem por 3,5 mil integrantes de 13 movimentos de sem-teto. Foi a maior invasão em número de edifícios da história de São Paulo, segundo as lideranças.

Parte dos manifestantes mora em cortiços e favelas de bairros da periferia - Andre Lessa/AE
Andre Lessa/AE
Parte dos manifestantes mora em cortiços e favelas de bairros da periferia

“A gente até já se organizou em outros momentos, mas não conseguiu realizar (algo assim)”, diz Luiz Gonzaga da Silva, coordenador da Central de Movimentos Populares (CMP), uma das entidades envolvidas na ação, planejada havia dois meses. Os manifestantes reivindicam da Prefeitura e do Estado 5 mil unidades no programa de locação social, reforma de 53 prédios do Renova Centro e construção de apartamentos da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU). Embora as invasões tenham se concentrado na região central, parte dos militantes mora em cortiços, favelas e casas de aluguel de bairros da periferia.

A coordenadora da União dos Movimentos de Moradia (UMM), Maria das Graças Xavier, diz que os ocupantes reivindicam a rápida desocupação de pelo menos dez prédios. “A Prefeitura tinha prometido desocupar mais de 50.”

Em um dos edifícios ocupados ontem funcionou o Cineasta Hotel, fechado há cerca de uma década na Avenida São João. O prédio foi desapropriado neste ano pela Prefeitura para virar residência para artistas aposentados. Os 96 apartamentos continuam mobiliados. Um segurança fazia a vigilância do imóvel.

Para Kazuo Nakano, arquiteto e urbanista do Instituto Pólis, o poder público tem de equilibrar a oferta de unidades para classe média com produção de moradias para famílias de baixa renda. “São pessoas que não conseguem pagar o valor que o mercado estipula.” Já o vice-presidente do Sindicato da Habitação (Secovi-SP), Claudio Bernardes, diz que é crescente o interesse do mercado pelo centro. “Há alguns anos, não se podia cobrar valor de mercado em um prédio ali pela falta de serviços e segurança. Mas isso está mudando.”

Medida judicial. A Prefeitura informou que tomará as “medidas judiciais cabíveis” para acabar com as ocupações. Segundo a Secretaria de Habitação, 600 mil pessoas são beneficiadas pelos projetos de urbanização de favelas. E 15 mil famílias estão inscritas em locação social.

A CDHU disse que está previsto o atendimento de 1.500 famílias, moradoras ou trabalhadoras do centro, que serão indicadas por associações. Outras 10 mil famílias receberão unidades no centro por meio de Parcerias Público-Privadas (PPPs).

Atualmente, 13% das casas e dos apartamentos do centro da capital estão vazios – o equivalente a 22.087 unidades, segundo dados do Censo 2010. Em toda a cidade, há cerca de 130 mil famílias sem moradia, conforme estimativa da própria Secretaria Municipal de Habitação.

Quarteirão

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *