RELAÇÃO ATUALIZADA DAS 24 0CUPAÇÕES

Nossa jornada continua até quarta-feira.

Ocupações realizadas pela FLM – Frente de Luta por Moradia

LISTA E ENDEREÇOS DAS OCUPAÇÕES – JORNADA DE LUTA PELA MORADIA

1) Rua Libero Badaró, 452 – Centro

Ocupado por 70 famílias.

Contato: Cristina: (11) 9.6657-4019

2) Rua Cel. Xavier de Toledo, 151 – Centro

Imóvel desapropriado pela COHAB. Ocupado por 114 famílias

Contato: Rose (11) 9.8521-5440

3) Rua José Bonifácio, 367 – Centro

Imóvel pertencente ao SERASA. Ocupado por 80 famílias.

Contato: Jomarina (11) 9.6467-4411

4) Rua São Francisco, 85 – Centro

Imóvel desapropriado pela COHAB.  Ocupado por 80 famílias.

Contato: Carmen (11) 9.9680-7409

5) Av. Mercúrio, 564 – Parque Dom Pedro

Imóvel particular. Ocupado por 300 famílias.

Contato: Neti (11) 9.5254-3607

6) Rua Ana Aslan, s/nº – Parque do Engenho – Capão Redondo

Imóvel desapropriado pela CDHU.  Está ocupado por 200 famílias.

Contato: Felícia (11) 7874-5706 / 5526-2330

7) Av. Parada Pinto, em frente ao 1.707 – Cachoeirinha (Terreno)

Imóvel desapropriado pela CDHU. Ocupado por 100 famílias.

Contato: Joselia:  (11) 96791-2355

8) Rua Bento Guelfi, 1.800 – Jd. Alto Alegre (Terreno)

Imóvel particular.  Ocupado por 1.000 pessoas.

Contatos: Maria do Planalto (11) 9.7030-8184 / Antonia (11) 9.8272-5648

9) Rua Augusto Amaral, ao lado do 89 – Travessa da Parapuã – Brasilândia – (Terreno)

Imóvel desapropriado. Ocupado por 160 famílias.

Contatos: Geni 98029-1140

10) Av. Osvaldo Vale Cordeiro, 54 – Cidade Líder  (Terreno)

Imóvel desapropriado pelo Governo do Estado (Casa Paulista), CEF e Minha Casa, Minha Vida. Ocupado por 50 famílias.

Contatos: Eliete (11) 9.7518-1992 e Vera: (11) 9.5810-3340

11) Rua Aurora, 713 – Centro

Imóvel particular. Ocupado por 100 famílias.

Contatos: Antonia (11) 9.8272-5648

12 ) Rua Rego Freitas, 260 – Centro

Imóvel particular. Ocupado por 140 famílias.

Contatos: Carmen (11) 9.9680-7409

13) Rua Atlântico Merindo, 84. (Terreno)

Imóvel desapropriado pela COHAB. Ocupado com 200 famílias.

Contatos: Geni  9. 8029-1140

14. Av. São João, 601 – Centro (Espigão)

Imóvel particular. Está ocupado por 400 famílias.

Contatos: Neti (11) 9.5254-3607

15. Rua Conselheiro Nébias, 314 – Centro

Imóvel desapropriado. Ocupado por 150 famílias.

Contatos: Jaíra (11) 9.8739-7977

16. Rua 24 de Maio, 207 – Centro

Imóvel particular. Ocupado por 100 famílias.

Contatos: Jomarina (11) 9.6467-4411

17. Sitio Master – Recanto Verde do Sol (Terreno).

Imóvel particular. Ocupado por 80 famílias

Contatos: Maria do Planalto (11) 9.7030-8184

Ocupações feitas em conjunto com outros movimentos

18. Rua do Bosque, 621.  (Terreno)

Terreno da COHAB. Ocupado por 600 famílias.

Contato: Abraão 97143-4011

FLM e UMM= Zona Oeste

19. Rua Álvaro Ramos com a Rua Toledo Barbosa – Belém – Terreno da COHAB.

Ocupado por 500 famílias.

Contato: Sidnei: 96158-2604; Evaniza 97358-1689.

FLM e UMM=leste I e ULCM

20. Rua Porto Seguro – Terreno da prefeitura (Ilume) ocupado por 400 famílias.

Contato: Valdeci 99540-9025

FLM e UMM=ULCM

21. Líbero Badaró, 595 – Prédio pertence provalvemente ao governo do estado. Ocupado por 40 famílias.

Contatos: Guilherme 99982-4046

UMM=ULCM

22. Rua Santa Efigênia, 31. Prédio particular. 11 anos fechado. Ocupado por 268 famílais.

Ednalva 96754-0108

MMTP filiado à CMP

23. Rua Conselheiro Carrão, 202. Prédio particular não identificado o proprietário. Ocupado por 182 famílias

Contato: Weilita: 95170-8968.

MMTP fiado à CMP

24. Rua Conselheiro Crispiniano, 79 – Prédio do Grupo do Pão de Açúcar. Ocupado por 30 famílias

Jornada de Luta em Defesa da Moradia Popular

Desde as primeiras horas da madrugada, deste domingo, iniciamos nossa jornada de luta. Nosso objetivo é pressionar os três níveis de governo, para acelerar programas de habitação popular para famílias de baixa renda. Essa jornada terá continuidade até o dia 08 (quarta-feira), com mobilizações em Brasília, e em São Paulo: CDHU, Câmara Municipal e Prefeitura.

Nos últimos anos a especulação imobiliária tem avançado de forma avassaladora na Cidade de São Paulo. A valorização média dos terrenos, desde  2008, foi de 192% e o aumento dos aluguéis de 93%, segundo o Índice Fipe/Zap. E o poder judiciário tem despejado nas ruas milhares de famílias, através de centenas de reintegrações de posse, em favor de proprietários que devem bilhões de reais aos cofres públicos.

Nessa jornada defendemos:

– que os governos federal, estadual e municipal, desenvolvam, mantenham ou acelerem programas de moradia popular para a população de baixa renda;

– que o Programa Minha Casa Minha Vida Entidades tenha a sua meta ampliada e suas regras revistas;

– que o governo do Estado crie um programa habitacional com as entidades sociais

– a imediata aprovação do Plano Diretor pela câmara municipal de São Paulo, com demarcação das ZEIS, Cota da Solidariedade, participação popular e controle social.

– especificamente do governo municipal reivindicamos a destinação de terrenos próprios da prefeitura e COHAB, além de aquisição de prédios e terrenos, para viabilizar 15 mil unidades em parcerias com entidades populares; fortalecimento do Conselho Municipal de Habitação e um canal permanente de diálogo com a gestão municipal.

Contatos:

CMP – Raimundo Bonfim: Tel. 9 7223 8171

FLM – Helô Soares: Tel. 9 5342 2913

UMM – Sidnei Pita: Tel. 9 6158 2604

Abaixo Carta aberta das entidades

Jornada de Luta em Defesa da Moradia Popular

As entidades, abaixo, desde as primeiras horas dessa madrugada, realizam jornada de luta em defesa da moradia popular. Trata-se de ações com o objetivo de pressionar os rês níveis de governo para acelerar programas de habitação popular para famílias de baixa renda. Essa jornada que se iniciou nesta madrugada, terá continuidade até o dia 08 (quarta-feira), com mobilizações em Brasília, em São Paulo: CDHU, Câmara Municipal e Prefeitura.

É fato notório que a falta de moradia, em especial para a população de baixa renda, é um problema social há muito tempo, tendo em vista que o mercado sempre produziu moradia para a alta renda. Por isso, 80% do déficit habitacional se concentra na faixa de renda de até três salários mínimos.

Com nossa luta, nos últimos anos conquistamos importantes instrumentos de política urbana e habitacional, como o Estatuto das Cidades, os Planos Diretores, Conselho e Conferências e outros instrumentos voltados ao cumprimento da função social da propriedade urbana e uma política habitacional.

Mas, historicamente, a construção de moradia para a população de baixa renda nunca foi prioridade dos governos e mercado imobiliário, e mesmo com a criação do programa federal Minha Casa, Minha Vida, com prioridade e forte subsídio para a baixa renda, as construtoras continuam lucrando bilhões de reais, e a força do capital imobiliário exclui e expulsa o povo mais pobre para regiões ainda mais periféricas.

Com o aumento do crédito imobiliário conjugado com recursos do Minha Casa, Minha Vida, o preço da terra, em especial nas médias e grandes cidades disparou. E cidades como São Paulo que não aplicam os instrumentos de cumprimento da função social, como por exemplo, o IPTU progressivo no tempo, o resultado é que a valorização média dos terrenos na cidade desde 2008 foi de 192% e o aumento dos aluguéis foi de 93%, segundo o Índice Fipe/Zap.

Nos últimos anos a especulação imobiliária tem avançado de forma avassaladora na Cidade de São Paulo, e com a contribuição do poder judiciário tem despejado nas ruas milhares de famílias através de centenas de reintegração de posse em favor de proprietário que devem bilhões de reais aos cofres públicos.

Nessa jornada defendemos:

– que os governos federal, estadual e municipal, desenvolvam, mantenham ou acelerem programas de moradia popular para a população de baixa renda;

– que o Programa Minha Casa Minha Vida Entidades tenha a sua meta ampliada e suas regras revistas;

– que o governo do Estado crie um programa habitacional com as entidades sociais

– a imediata aprovação do Plano Diretor pela câmara municipal de São Paulo, com demarcação das ZEIS, Cota da Solidariedade, participação popular e controle social.

– especificamente do governo municipal reivindicamos a destinação de terrenos próprios da prefeitura e COHAB, além de aquisição de prédios e terrenos, para viabilizar 15 mil unidades em parcerias com entidades populares; fortalecimento do Conselho Municipal de Habitação e um canal permanente de diálogo com a gestão municipal.

São Paulo, 07 de abril de 2014.

CENTRAL DE MOVIMENTOS POPULARES

FRENTE DE LUTA POR MORADIA

UNIAO DOS MOVIMENTOS DE MORADIA

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